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Colhedora de forragens: veja boas opções para garantir qualidade na silagem

O uso da colhedora de forragens adequada pode garantir uma nutrição de excelência para os animais ao longo do ano, o que reduz os riscos da atividade agrícola

Mário Bittencourt Mário Bittencourt
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Colhedora de Forragem JF 3200 AT S2 à venda na Agrobill

A alta qualidade da silagem, seja de milho, sorgo, cana, capim ou aveia, depende de diversos fatores, dentre eles a escolha do maquinário ideal para fazer a colheita.

Isso porque a qualidade da silagem é influenciada também pelo corte da planta e da quebra dos grãos, trabalho que é feito pelas colhedoras de forragens.

Assim, é importante que você faça um planejamento das atividades e escolha com antecedência o maquinário ideal para alcançar seus objetivos.

Veja neste artigo as principais características de uma silagem de qualidade e como as colhedoras de forragens contribuem para isto. Boa leitura!

A produção de silagem na pecuária

Na pecuária, a produção de silagem de alta qualidade deve ser uma meta constante, para que as necessidades nutricionais dos animais sejam atendidas.

A maior parte dos pecuaristas de gado de leite utiliza silagem na alimentação animal, já que a criação desses animais é basicamente a pasto, portanto, dependente de chuvas.

Sobretudo em épocas de seca, a silagem é um importante complemento alimentar para os animais criados em pastos e essencial durante as épocas mais secas do ano.

Em se tratando de animais criados em confinamento, a silagem, sobretudo de milho, é o principal alimento volumoso, considerado padrão.

Isso porque, conforme a Embrapa Gado de Leite, a silagem de milho preenche os requisitos para confecção de uma boa silagem, com teor de matéria seca entre 30% e 35%.

Por conta dessas características, a maioria das fazendas de pecuária planta milho na primeira safra, entre o final e início de ano, geralmente marcados por chuvas mais intensas.

Segundo pesquisadores, a área cultivada com silagem no Brasil é de 2,25 milhões de hectares, entre 800 mil a 1,2 milhão de hectares somente com o milho.

Uma pesquisa feita junto a 272 criadores de gado de leite mostrou que 55% deles utilizam o milho para silagem e 20% o sorgo, e ainda 25% o capim e a cana-de-açúcar.

Neste contexto, é natural que fabricantes de maquinários se dediquem mais à produção de equipamentos voltados para a silagem de milho, que são de fácil adaptação para o sorgo.

Mas isso não quer dizer que seja difícil encontrar no mercado colhedoras de forragens e outros equipamentos utilizados na produção de silagem com outras forrageiras.

Na Agrobill, por exemplo, você tem diversas opções para desenvolver um serviço eficiente na produção de silagem, conforme mostrarei com mais detalhes abaixo.

Como produzir silagem de alta qualidade

A produção da silagem, atualmente, pode ser feita com alta qualidade, a partir do uso de técnicas modernas e tecnologias que estão acessíveis aos produtores e pesquisadores.

Uma silagem de alta qualidade depende, basicamente, do cumprimento de importantes etapas: planejamento, manejo do solo, escolha da forrageira e plantio, controle de pragas e doenças, colheita (corte, carregamento, compactação) e armazenagem.

Veja mais detalhes abaixo.

1. Planejamento

A produção de silagem depende da realização de diversas ações com antecedência. Por isso, o planejamento das atividades tem de ser realizado o quanto antes de ir a campo.

É preciso checar os maquinários e fazer manutenção, conforme mostramos aqui no blog no post sobre a importância das boas práticas no uso de máquinas agrícolas.

Da mesma forma, se faz necessário verificar o tipo de armazenagem (silos, silo-bolsa) e se a produção que se espera ser colhida caberá no local onde ela ficará guardada.

O ideal é que esses procedimentos sejam realizados com pelo menos um mês de antecedência do plantio da forrageira.

2. Manejo do solo

O rendimento da produção de silagem depende muito do estado nutricional do solo.

Por isso, devem ser feitas ao menos uma vez ao ano análises de solo para verificação do que precisa ser corrigido com adubação e calagem para atender às necessidades da planta.

Nessa fase, é importante a utilização de tecnologias de agricultura de precisão, por meio das quais você obtém um diagnóstico detalhado sobre o estado nutricional do solo e utiliza a quantidade exata de insumos necessários, o que gera economia de custos.

3. Escolha da forrageira e plantio

No mercado, há diversas variedades de forrageiras que são utilizadas na produção de silagem, muitas delas de ciclo precoce e alto rendimento.

Você deve se atentar, contudo, que a escolha delas depende também de outros fatores, como o tipo de solo, clima e época de semeadura.

Por isso, busque sempre o auxílio de uma orientação técnica na escolha da forrageira.

4. Controle de pragas e doenças

O monitoramento da lavoura deve ser feito diariamente para que eventuais pragas e doenças sejam eliminadas assim que aparecerem.

É importante que você realize, neste sentido, o MIP (Manejo Integrado de Pragas), já que assim contribuirá também para a redução do impacto ambiental na produção agrícola.

5. Colheita

A época da colheita vai depender do tipo de forrageira escolhida, mas, conforme dito acima, você já deve estar com os maquinários preparados para realizar este serviço.

Isso porque a colheita para ensilagem envolve uma série de operações: corte das plantas, picagem, descarregamento nas carretas e descarregamento no silo.

No caso do milho ou do sorgo, a altura de corte é de 15 a 25 centímetros.

Já o tamanho do corte depende do tipo de engrenagem usada para definir o tamanho da partícula, do afiamento das facas e do espaçamento com a contra-faca, além do teor de matéria seca e da velocidade do trator.

Importante, após a colheita em 5 ou 10 metros, parar o trator e verificar se a picagem está sendo feita no tamanho desejado.

Outra orientação é que as facas sejam amoladas ao menos duas vezes ao dia durante a colheita, já que facas cegas rasgam e dilaceram a forragem, prejudicando a compactação.

6. Armazenagem

A silagem deve ser armazenada de forma rápida, logo após a colheita (aberto e fechado em um dia), que precisa ser feita quando a umidade da forragem estiver entre 65% e 70%.

Colher com a umidade correta contribui para uma boa picagem e compactação e reduz perdas. Durante o descarregamento, é necessário ter atenção com contaminações e depois vedar corretamente o silo.

Opções de colhedoras de forragens da Agrobill

Conforme você viu acima, a eficiência do corte da forrageira é muito importante para ter uma boa picagem e melhor aproveitamento da silagem.

Por isso, você deve prestar muita atenção na utilização do maquinário e escolher aquele que mais se adequa aos seus tratores e área de produção.

Veja algumas das principais opções de colhedoras de forragens da Agrobill:

JF 3200 AT S2

  • Colhe independente de linha ou direção, tem sistema consorciado e sua dimensão permite fácil acesso às áreas de plantio.
  • Possui fácil manutenção devido ao sistema de desacople da plataforma, abertura da carcaça e movimentação do tubo elevador.
  • O sistema de corte projetado com 15 facas em cada rotor faz com que a JF 3200 AT S2 cumpra com uma grande diversidade de tamanhos de picado que atende os requerimentos de veterinários, nutricionistas e pecuaristas de todo o mundo.
  • Como grande novidade, o novo Sistema de Processamento de Grãos +PRO, que rompe o grão e potencializa o valor nutricional da silagem.

JF 1600 AT S3

  • Vem com dois limpadores por rotor para limpeza da parte traseira da carcaça, elimina material acumulado, potencializa o lançamento do produto e mantém a eficiência.
  • Seu inovador braço pantográfico de acoplamento com articulação total foi desenvolvido para trabalhar em curvas de nível ou terreno acidentado.
  • Vem também com o novo Sistema de Processamento de Grãos +PRO.

JF 1300 AT

  • Com 1,3 m de área de trabalho, esta máquina colhe todo tipo de cultura forrageira, independente de linha de plantio.
  • Seu poderoso rotor com 15 facas com tecnologia “C” melhora ainda mais a qualidade e uniformidade do picado e rompimento do grão.
  • Tem dois limpadores por rotor para limpeza da parte traseira da carcaça, elimina material acumulado, potencializa o lançamento do produto.
  • Tem o novo Sistema de Processamento de Grãos +PRO.

Conclusão

As máquinas colhedoras de forragens são de grande utilidade na produção de silagem de alta qualidade, por conta da eficiência no corte da planta e picagem.

Importante lembrar que o tipo de maquinário que você usará deve ser o mais adequado para sua área de produção e em conformidade com seus tratores.

Consulte um especialista da Agrobill e faça a melhor escolha para sua fazenda.

Mário Bittencourt Mário Bittencourt
Jornalista, especializado no setor do agronegócio e pós-graduado em Agricultura de Precisão.
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